Agnaldo Santos: o homem dos números do Brasília Vôlei

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Agnaldo Santos: o homem dos números do Brasília Vôlei

Agnaldo Santos

As estatísticas são peças fundamentais para o desenvolvimento de uma equipe numa competição coletiva. E no Brasília Vôlei não é diferente. Todos os jogos são analisados pela comissão técnica da equipe brasiliense e, com os dados, as estratégias do time são montadas.

Agnaldo SantosO estatístico Agnaldo Santos conta um pouco como funciona esse trabalho no time da capital: “Antes da partida, a gente recebe os vídeos das equipes adversárias. Com os pontos positivos e negativos de cada time, montamos as estratégias. Já durante o jogo, contabilizamos todos os lances e o técnico e o auxiliar recebem as informações, para saber qual rede está mais rodando, o que a levantadora está fazendo e direcionar o time. Depois do duelo, a gente analisa quais foram os pontos fortes e fracos e define o que pode ser melhorado para o próximo jogo”, diz.

Um dos beneficiados com as informações, o assistente técnico José Paulo Peron explica de que maneira o Brasília Vôlei se prepara para chegar bem nas partidas com os dados estatísticos: “Levantamos os cinco últimos jogos que a equipe adversária fez, obtemos os números e comparamos com o que o Brasília Vôlei tem realizado. Os dados são transformados em direcionamentos para os treinos. Também usamos um vídeo para mostrar a elas as facilidades e as dificuldades do adversário. Assim, montamos a estratégia para os outros jogos”, ressalta.

O técnico do Brasília Vôlei, Sérgio Negrão, diz que a estatística é parte fundamental de um time, não só no jogo, mas no treino. “Hoje, por exemplo, vamos fazer estatística das redes. A rede que não atingir o objetivo vai fazer até conseguir. Nós utilizamos, principalmente, no dia do jogo, duas informações: onde sacar e quem bloquear. Basicamente, no jogo, monitoramos o nosso time, quem está passando bem, pois ajeitamos a recepção se necessário”, afirmou.

A estatística não é uma especialidade apenas do Brasília Vôlei. “Todos os times utilizam”, afirma o assistente técnico José Paulo Peron. “A gente mostra pras atletas como foi a atuação de cada uma após a partida e, em cima desses números, a gente tem que progredir sempre. Com isso, temos uma base de como anda a evolução do time durante o campeonato”, completa.

A estreia do Brasília Vôlei na Superliga Feminina será diante do São Bernardo Vôlei no dia 11 de novembro, às 20h, no Ginásio do SESI, em Taguatinga.

O Brasília Vôlei é patrocinado pela Terracap, Seguros BRB, IESB, Bancorbrás, Lupo e SESI.